De repente blogueira...

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sexta-feira, 25 de maio de 2012

Não desista do amor

Estava escutando a música Não Desista do Amor, do Pe. Fábio de Melo e no meio dela ele disse o seguinte:

Eu me recordo que assim quando eu recebi a notícia da morte da minha irmã, minha irmã morreu em um acidente muito trágico. A primeira coisa que me ocorreu, foi justamente a recordação de que a última vez que eu tinha falado com ela, eu estava com muita pressa. Foi ao telefone, eu estava apressado. Depois de tanto tempo passado de sua morte, eu fico pensando, será que se eu soubesse, se eu soubesse que era a última oportunidade que eu tinha como teria sido a minha reação diante daquele telefonema?  Eu sei que a gente não pode prever absolutamente nada, e é até bom que seja, senão vamos ficar desesperado o tempo todo.
Mas se por acaso, se de repente a gente se iluminasse com essa possibilidade de fazer com que o nosso amor possa ser para o outro como se fosse o último? Se a nossa despedida fosse bem feita sempre. Se os nossos encontros tivessem a qualidade que eles merecem. Se as últimas vezes que nos falamos ao telefone, se as últimas vezes que nós nos visitamos, as últimas vezes que nos vimos, se elas tivessem sido com a qualidade que as pessoas merecem, a qualidade que a gente merece?
Eu sempre digo, o jeito como a gente viveu o dia de hoje só tem dois destinos no futuro. O jeito como você viveu, o jeito como você foi irmão, o jeito como você foi pai, o jeito como você foi amigo, só tem dois destinos: ou isso vira saudade boa de ser sentida depois que as pessoas vão embora, ou isso vira remorso. Quando você tem um amargo na boca de saber que não foi o que você poderia ter sido. Que você foi só pela metade. Que você desistiu. Que no momento que você poderia ter dado um pouquinho mais, você não deu. Que você desligou o telefone antes da hora. Que você não pediu o perdão antes do tempo. Que você não realizou o que deveria ter realizado. - Pe. Fábio de Melo



Achei lindo! Quis compartilhar com vocês e guardar aqui para mim.
E que consigamos fazer do nosso amor o melhor, como se não houvesse amanhã. 

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Ah se essa moda pegasse...

Que bom seria se o amor fosse como jeans, que vem ano, vai ano e nunca saí de moda.


Ah! Como seria bom se o amor fosse sempre a tendência da estação. Amor em várias estampas, diversos cortes, tecidos, de todos os tamanhos. Seria tão bom ter amor em todas as vitrines. Pensa!
Afinal, assim como o jeans, o amor combina com tudo, não é mesmo? Combina com festa chique, com passeio no shopping, com chá da tarde. Seu caimento é perfeito, seja alto, baixo, magro, gordo, ruivo, loiro, moreno... Assenta com qualquer cor, e se ficar “simples” de mais é só jogar um acessório, pode ser um brilhozinho de humildade, ou uma corrente de carinho, uma aliança de respeito. Pronto! Um arraso!
Amor, amor, amor! A moda que se perdeu com o tempo! O sentimento que cada dia mais é desvirtuado.
Ah, como seria bom ver ele em todas as capas de revistas. Em todos os desfiles televisionados. Em todas as publicidades, nos outdoors, panfletos.  Como seria bom tê-lo como padrão de beleza. Como seria maravilhoso ver as pessoas seguirem e se esforçarem para estar na moda.
Se o amor fosse moda não veríamos a anorexia matar. Não perderíamos jovens para as drogas. Não teríamos pessoas saudáveis em depressão por não alcançar o tal padrão de “beleza”, por sinal, venha cá! Cadê a beleza?
Se o amor pudesse ser como o jeans, ele seria básico. Seria peça indispensável! Seria lindo mesmo depois de surrado.
Imagine podermos provar o amor? Podermos suavemente ajustar ele ao nosso corpo. Apertar um dedinho aqui, soltar outro ali. Imagina vestir o amor e sentir-se linda? Brincar com suas cores e texturas. Imagina o amor em todas as estações, em todos os guarda-roupas? Imagina o amor sendo visto como elegante, como a peça chave?
Seria tão bom ver pessoas “morrendo de amor, e ainda assim continuarem vivendo”.
Ah! Eu queria!

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Minhas incoerências...

Ao som de One and Only - Adele


Decisões são tão difíceis. Ter que escolher entre uma coisa ou outra, seja ela uma oportunidade, um caminho, uma possibilidade. Até as mais simples escolhas como: ir a uma festa ou ficar em casa? Às vezes se tornam grandes questões que exigem um tempo para serem resolvidas. Sabe por quê? Pelo simples fato de tentarmos prever o que pode acontecer nesse futuro próximo.

- O amor da minha vida pode estar lá! E se eu não for? E aí?

É, já pensei isso! Só que parando agora para refletir, soou tão tolo.  Tão contraditório com tudo o que digo acreditar. Tão incoerente com a fé que afirmo ter.
E puxando na minha caixinha de memórias creio que nunca tenha passado por uma fase com tanta incoerência entre o que digo acreditar e o que penso, muitas vezes silenciosamente, fazer.

Afirmo acreditar em Deus! E quanto a isso, por mais conflitantes que sejam meus pensamentos, não tenho duvidas. Agora levante a mão quem já ouviu: Deus tem algo melhor pra você! ô/ Se Ele está demorando é por que a bênção é muito maior do que você imagina! ô/ O que é pra ser seu será! ô/
E foi no meu temor a Deus, nos princípios que carrego desde menina que aprendi, e aprendo todos os dias, que assim como decidir, esperar é tão difícil quanto. Decisões envolvem escolhas que podem mudar o rumo de nossas vidas. Podem nos fazer carregar um ponto de interrogação ou uma culpa/arrependimento pra sempre, e ninguém quer isso né?  E esperar é a mesma coisa, pois na espera tudo fica tão obscuro. Uma falta de definição sobre a real esperar e o NÃO FAZER NADA! E nessa confusão, de saber a diferença entre um e outro, é que parecem apagar as luzes da nossa mente.
Por que eu sei que esperar não significa NÃO FAZER NADA! Significa nos entregarmos. E nesse aguardo fazermos algo por nós mesmos. Ajeitarmos os livros da instante da nossa vida. Pegarmos uma caneta e colocarmos o ponto final nas páginas que ainda não os tem. Grifarmos com um marca texto as lembranças mais lindas! E lermos lentamente, com muita sabedoria o que um dia nos machucou. Então chorar, sentir e depois fechar o livro, tirar o pó e colocá-lo cuidadosamente na estante. Talvez em uma gaveta, para que não o veja. E então começar a ler outras páginas para sua vida.

E quem disse que é fácil fazer da vida essa espécie de poesia? Em meio à fé e princípios, começam a surgir os inquietantes “porque’s”, a revolta, a vontade de acompanhar as mudanças do mundo, de tocar o ****-**, o desespero de querer fazer tudo e aproveitar tudo na ânsia de encontrar o que tanto procura. É aqui que começa minha incoerência.

No entanto eu sei de uma coisa... A Decisão e a Espera precisam dar as mãos e caminhar juntas. Muitas coisas sem resolver, só estão esperando a nossa decisão, para que, enfim, Deus conduza nossos passos lentos, apressados, tortos e retos para onde Ele deseja nos levar. E essa caminhada é a nossa espera. E caminhar significa SEGUIR, não parar.
Desejo-te que decida dar-se uma chance. E que espere caminhando! No fim vai dar tudo certo, para mim e para você! Por que no fundo é nisso que acredito!


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Tomando um chá com a Vontade


E mais uma vez, inconvenientemente, recebo a visita da Vontade ao som de Here Without You - 3 Doors Down. Vontade de que tudo mude num piscar de olhos. Daria até mais tempo para isso, fecharia os olhos por mais de segundos.

Ei, ei, poupe-se!

Não precisa me dizer. Sim, eu sei que fechar os olhos não mudará as coisas - ja-mais. Sim, eu sei também que para isso acontecer é preciso ORAÇÃO (orar+ação).
Fato é que não sei por onde e nem como começar. E enquanto isso ela virá me visitar...

Então, "Olá! Entre e vamos tomar um chá".

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Mãos dadas


Às vezes um fim de semana em casa te mostra o quanto você deseja, simplesmente, um passeio de mãos dadas. E quando você deita percebe que chega uma hora que ficar sozinha dói. E esperar só é fácil na teoria.

“Você tem várias amigas solteiras”, “é nova”, “calma!” Acontece que as necessidades e princípios são diferentes para cada ser humano. Não é estar desesperada para namorar ou não saber viver sozinha. É algo totalmente diferente de desespero ou incapacidade de se virar. Acontece que todo mundo precisa de alguém! Isso é fato! Só que uns assumem, outros não.

É o desejo de viver algo bonito, algo que se assemelhe facilmente com sonhos de uma menina que acredita em contos de fadas - eu diria Deus. É esperar uma canção dedicada. Ver um sorriso se abrindo assim que os olhos te verem chegar. É sentir que sua presença acalma e cativa. Sentir que existe desejo em ter você por perto. É abraçar amassando e fazer aquelas brincadeiras “tolas”. É ser idiota aos olhos dos que vêem. Mas se ver extremamente feliz.
Sinto falta de interesses em relacionamento assim. De pessoas que valorizem o conteúdo e saibam viver uma etapa de cada vez. Ou puramente dos que também acreditam no poder que as mãos dadas têm.
Você entende que isso não é desespero, é desânimo ou talvez “sei lá”...  

terça-feira, 17 de maio de 2011

Já dizia o Mário ...


Bem que o fofo do Mário Quintana falou – “um dia saberemos que ser classificado como “bonzinho” não é bom”. – e não é mesmo. Hoje eu entendo e aceito muito bem isso. Antes, na minha velha infância (hahaha), achava isso contraditório, estranho. “Oxi, porque não seria bom ser bom?”... Mas não é o bom e sim o “zinho”.
Ser bonzinho é uma merda.  Merda maior ainda se junto com “bonzinho” você for “certinho”. Ai fodeu!
Todo mundo quer cuidar da vida do bonzinho. Todo mundo PENSA ter o direito de se meter e opinar na vida do bonzinho. Talvez porque em algum momento da vida o bonzinho foi bonzinho demais a ponto de ser idiota e deixou parecer (veja bem, parecer) que ele não ligava pra isso. Pode até ser que por um tempo não visse problema nenhum em ter um batalhão zelando por ele e dizendo como deveria agir. Mas, pasmem, até os bonzinhos tem limites.
Com o “certinho” talvez a coisa seja ainda mais punk. Quando é que o povo vai parar de achar que existem pessoas que são praticamente perfeitas? O certinho não faz coisas erradas (lógico, ele é certinho #der). É quase intocável. É exemplo. Ou seja, pressão, pressão e mais pressão.
Mas se fosse só isso, beleza! O problema é que bonzinhos e certinhos são comparados facilmente com FRAGILIDADE, e não é uma fragilidade qualquer não, é uma PUTA FRAGILIDADE. Eles acabam sendo tão frágeis que causam medo. Não o medo que uma imagem de criança vestida de branco parada em um corredor escuro causa. É outro medo. Aquele medo de magoar, de achar que o bonzinho /certinho não pode sofrer que ele não pode viver as coisas de uma forma normal. Que se for magoado a primeira saída vai ser o suicídio, pois ele não agüentaria a dor. Tadinhos são tão frágeis né!
Pelo amor de Deus, acordem! Não é porque alguém tem princípios diferentes da maioria, que TENTA fazer as coisas de forma correta, que ainda sonha com um casamento feliz e tem bom coração que ela seja frágil. Frágil é sinônimo de fraco, e para mim pessoas com essas características que acabei de citar estão muito longe de serem fracas. Elas são o antônimo de fragilidade. São errantes sim, normais sim e se você não tiver medo, elas podem te surpreender!
;-)